“Ah, o tempo… só ele tem este traquejo:
– desmascarar as aparências,
– revelar as mentiras,
– e exibir o caráter.”
Já diz o ditado: “o tempo é o senhor da razão”. Ninguém consegue ter mais razão do que o tempo, e só ele esclarece aquilo que a gente não consegue.
O tempo desmascara as aparências e revela o que há por trás das belas fachadas.
Nada melhor que o tempo para revelar as mentiras e trazer a verdade. A mentira é exposta, a verdade é descoberta — e o tempo se encarrega disso.
O tempo também consegue exibir o caráter.
Ninguém consegue usar máscara o tempo todo. Chega o momento em que a máscara cai, e o caráter é revelado.
Mas isso é coisa para o tempo. Por isso o pregador escreveu que há “tempo para tudo”.
O pregador não escreveu, mas há o tempo de mentir e o tempo de ter a mentira revelada; o tempo de enganar e o tempo de ser desmascarado.
Há o tempo de enganar pelas aparências, e há o tempo de ter as aparências desmascaradas.
Há o tempo de aparentar bom caráter, e há o tempo de o verdadeiro caráter ser exibido.
Você pode ganhar todas as batalhas da vida, mas não consegue ganhar a batalha contra o tempo.
Quando o tempo chega, você pode ter pintado o cabelo, mudado as aparências, mudado as vestes, mudado o rosto.
Pode até fazer implante, colocar silicone, afinar o nariz, fazer harmonização facial e corporal.
Mas, quando o tempo chega, nada disso impede que ele cumpra o seu papel.
O tempo — e seu traquejo — ninguém consegue enganar.
Ah, o tempo!
Você pode até pintar o cabelo, rejuvenescer o rosto… mas o tempo, e a certidão de nascimento, ninguém consegue mudar.
Ainda bem que estamos no 'Mês da Consciência'.



























































