sábado, 17 de janeiro de 2026

ILLA CUNHA PARTICIPA MAIS UMA VEZ DA EXPOSIÇÃO DE PREVENÇÃO AO CANCER DE MAMA

 Quais as diferenças do câncer de mama entre mulheres jovens e mais velhas? 


Câncer de mama antes dos 40 anos tem alto potencial de ser invasivo

Uma pesquisa com 714 biópsias de mama realizadas em São Paulo revelou que 35,7% (255) tinham a forma invasiva da doença. Nesta fase, o câncer invade outras camadas celulares e ganha a capacidade de se disseminar para outras partes do corpo, em um processo chamado de metástase.

O estudo, feito pela AFIP (Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa), analisou biópsias feitas entre 2015 e 2017, em mulheres com idade igual ou inferior a 40 anos, atendidas na rede pública da cidade de São Paulo.

Entre as pacientes que tiveram o câncer invasivo, 22,7% apresentaram diagnóstico de tumor triplo-negativo. Os cânceres recebem esse nome porque testam de forma negativa para os receptores de estrogênio, progesterona e fator de crescimento epidérmico humano, ou seja, não respondem bem ao tratamento. 

Esse subtipo, que representa, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), cerca de 15% do total de casos de câncer de mama, é agressivo, de rápida evolução e tem maior chance de recidiva (quando a doença volta a aparecer, mesmo após o tratamento).

No mesmo estudo, foram encontradas 52 pacientes (20,39%) com o tumor HER2 positivo, também agressivo e resistente, mas que tem tratamento eficaz aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde julho desde ano.

A quantidade de jovens mulheres afetadas pelas formas mais agressivas da doença é um alerta para o desenvolvimento de novos métodos diagnósticos mais eficazes, rápidos e de maior acessibilidade, assim como tratamentos mais específicos, de acordo com o biomédico Guilherme Moreno, autor da pesquisa.


Câncer de mama em jovens nem sempre é hereditário

Ter casos de câncer de mama na família não é o principal fator de risco para desenvolver a doença — a origem hereditária representa menos de 10% dos casos. A maioria dos tumores de mama (90% a 95%) é causada por mutações genéticas não hereditárias, ou seja, associadas a fatores ambientais e reprodutivos, diz Guilherme Ilha de Mattos, mastologista do corpo clínico do IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer).

Fatores ambientais se referem ao estilo de vida, como alimentação, prática de atividade física, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabagismo. Já fatores reprodutivos estão relacionados ao tempo em que a mulher fica exposta, ao longo da vida, ao estrógeno, hormônio feminino produzido pelo próprio corpo.

"Se a menstruação começa cedo e termina tarde, aumenta o tempo de exposição da mulher a este hormônio. O estrogênio estimula a proliferação celular da mama", explica Mattos.

Veja a seguir os fatores evitáveis do câncer de mama: 

Terapia de reposição hormonal (TRH) após a menopausa: o risco é maior entre usuárias, especialmente quando por tempo prolongado. Nas mulheres que tiveram o útero removido e, portanto, fazem apenas a reposição com estrogênio, o risco parece aumentar apenas após 10 anos de uso. É por isso que mulheres submetidas à terapia devem ser bem acompanhadas pelo médico, e quem já teve câncer ou tem casos na família deve evitá-la. Vale lembrar que a suplementação com fitoestrogênios também deve ser supervisionada pelo médico;

Ingestão de bebida alcoólica: mulheres que consomem mais de uma dose de álcool por dia ou que exageram regularmente têm risco mais alto;

Sobrepeso e obesidade: a adiposidade interfere nos hormônios e, portanto, pode ter um papel importante para o câncer de mama;

Tabagismo: há alguma evidência de que fumar também aumenta esse tipo de câncer;

Pílula anticoncepcional: o uso é considerado fator de risco pela Iarc (Agência Internacional de Pesquisa em Câncer). Segundo o Inca, estudos sobre o tema têm resultados contraditórios;

Dieta: alguns estudos condenam o consumo excessivo de carne vermelha e processada;

Produtos químicos: muitas pesquisas têm sido feitas para avaliar o papel de substâncias químicas nesse tipo de câncer, mas ainda não há resultados claros.

Detecção precoce 

O Ministério da Saúde não recomenda mais o autoexame das mamas como método de rastreamento. A orientação é que a mulher realize a autopalpação/observação das mamas sempre que se sentir confortável para tal —seja no banho, seja na troca de roupa, seja em outra situação. Sempre que houver alguma alteração suspeita, deve-se procurar esclarecimento médico. 

Em outras palavras, conhecer a própria mama e ficar atenta a eventuais alterações é o mais importante para evitar um diagnóstico tardio.

Além disso, é importante que as mulheres consultem o ginecologista ao menos uma vez por ano —ou mais, se necessário —, para que o profissional realize a palpação da mama e solicite exames de imagem, se necessário. 

A Sociedade Brasileira de Mastologia indica que a mamografia seja feita regularmente a partir dos 40 anos. Já o Inca e o Ministério da Saúde recomendam a realização do exame apenas a partir dos 50 anos, para evitar o risco de falsos-positivos e cirurgias desnecessárias.

Illa Cunha participa mais uma vez da exposição fotográfica de prevenção ao câncer de mama

Sua primeira participação nas páginas do CULTURARTE aconteceu em 22 de julho de 2017. O nome dela é Illa Conceição Cunha, ou mais conhecida por Illa Cunha. Nascida em Maricá, tem 41 anos, solteira e mãe de dois lindos filhos. Participou diversas vezes de matérias para o CULTURARTE, sempre servindo de exemplo e motivação para outras mulheres.

Sempre teve a vontade de fazer um ensaio fotográfico, e seu desejo foi realizado pelas lentes de Pery Salgado (PR PRODUÇÕES), na lagoa de Jacaroá, em Maricá, o que já começou a lhe render convites para outros ensaios fotográficos, isso em 2017.

Em rede social, Illa agradeceu a oportunidade dizendo: "Amei, foi tudo lido, um momento muito especial. Obrigada ao meu produtor Pery Salgado me fez enxergar que existe uma mulher de verdade dentro de mim!".

Seguiram-se novas matérias, novos ensaios por outras lentes, mas Illa cultivava o desejo de estar na exposição fotográfica de prevenção ao câncer de mama que a PR PRODUÇÕES realiza desde 2014, com mulheres de todas as idades, credos, profissões, raças e classes sociais.

5 anos depois do sua primeira matéria (em 2022), Illa realizou seu sonho de ser uma das estrelas da exposição, CÂNCER DE MAMA: prevenção de janeiro à janeiro. Mas a alegria foi maior ao saber que retornaria à campanha quatro depois, novamente motivando as mulheres a se prevenirem no tratamento do avassalador câncer de mama.

Illa com 41 anos, já fez mamografia, e faz o autoexame do toque nos seios sempre que toma banho. Faz seus preventivos todo o ano e pelo menos duas vezes ao ano está na sua ginecologista.

"Saúde sempre e como meu corpo é templo sagrado do meu espírito, tenho que zelar e cuidar muito bem", sinalizou Illa.

 
Já trabalhou na prefeitura no serviço de varrição mas conquistou sua autonomia e agora é empresária, dona do restaurante Recanto da Amizade, a melhor comida caseira da região.

Illa finaliza deixando um recado: "Meninas e mulheres de todas as idades. Primeiro se amem e se respeitem. E sempre, todos os dias, se cuidem, Nossa sáude é única e nós também somos únicas. Cada uma com seu valor! E mais uma vez, obrigado ao jornalista e produtor Pery Salgado. Este sabe respeitar e valorizar pessoas e principalmente mulheres."



A SAÚDE MENTAL NA GESTAÇÃO: Janeiro Branco (prevenção de janeiro a janeiro)

SAÚDE MENTAL NA GESTAÇÃO

O que é Saúde Mental?

Estamos no JANEIRO BRANCO, o mês que trata da SAÚDE MENTAL, embora sempre enfatizamos que todas essas campanha tem que ser aplicadas de JANEIRO A JANEIRO.

Sugerimos que nosso querido leitor, antes de se deter nesta importante matéria abaixo que trata da SAÚDE MENTAL NA GESTAÇÃO. leiam a matéria que fala dos CUIDADOS DA SAÚDE MENTAL de janeiro a janeiro (https://culturarteenpr.blogspot.com/2026/01/janeiro-branco-os-cuidados-com-saude.html).

Mas vamos lá, pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos.

Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida.


A saúde mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções.

SAÚDE MENTAL NA GESTAÇÃO

A saúde mental na GESTAÇÃO engloba todos os períodos (antes, durante e depois), que envolvem a chegada do bebê na família.

As transformações na gestação

A saúde mental na gestação pode ser afetada tanto nas primeiras semanas quanto nas últimas. As alterações do humor são comuns durante a gravidez. No entanto se os sintomas persistirem ou se agravarem podem ser sinal de depressão, ansiedade ou pânico.

Mesmo quando a gravidez é bem planejada, muitas mães se veem tomadas por preocupações em relação ao futuro, ao relacionamento com o parceiro ou às responsabilidades financeiras que vão aumentar.

Alguns efeitos físicos da gestação, como azia, cansaço e vontade frequente de fazer xixi, também acabam mexendo mais com suas emoções. O enjoo, para piorar, acaba com os prazeres da vida, que é o de comer alguma coisa gostosa.

O que muda no psicológico da mulher durante uma gravidez

A partir do momento em que a mulher se descobre grávida, uma série de sentimentos e emoções toma conta dela e de seus pensamentos. Alegria, satisfação, medo, insegurança, ansiedade, tudo ao mesmo tempo e em alta dosagem.

Tornar-se mãe não ocorre como uma consequência natural da gestação e do parto. É uma construção na vida da mulher, repleta de experiências e adaptações diante de mudanças físicas, questões hormonais e novidades que aparecem nesse período.

Todas as expectativas e incertezas a respeito do filho, e também da gestação, podem gerar na mulher ansiedade frente ao desconhecido, seja a primeira ou a quinta gravidez, já que cada gestação é única e diferente das outras.


O estado emocional da mulher muda de acordo com o período da gravidez em que ela está

- Primeiro trimestre: normalmente nesta fase os conflitos que aparecem podem ser associados à ambivalência de sentimentos e incluem pensamentos sobre o bebê, sua concepção, alterações de papéis (esposa, mulher, mãe, profissional) e medos diversos. A mulher fica mais regredida ou infantilizada, repleta de desejos e com vontade de ser cuidada.

- Segundo trimestre: quando a mulher começa a sentir os movimentos do bebê, a relação entre mãe e filho é favorecida. Geralmente a maior parte dos sintomas físicos desaparece, a barriga começa a aparecer e a gravidez ganha maior status de realidade, o que pode ocasionar o que pode ocasionar sentimentos mais alegres à mulher.  O segundo trimestre é visto por grande parte das mães como o melhor de toda gestação.

- Terceiro trimestre: é a reta final da gravidez, e, com a proximidade do parto, a mulher se torna mais suscetível às alterações emocionais. Podem ocorrer estados de ansiedade e depressão, distúrbios do sono, distanciamento da vida sexual, problemas de comunicação com o parceiro, cansaço físico e fobias dentre outros. Algumas mulheres sentem medo do parto, da dor, de se separar fisicamente de seu filho... algumas podem começar ainda a ter questionamentos sobre a saúde do bebê.

Todos esses sentimentos são naturais e, de certa forma, a gestação inteira pode ser marcada por oscilações de humor. Cada mulher irá vivenciá-la de uma maneira bastante específica, mas é importante não se esquecer de que todo esse turbilhão emocional é normal e faz parte deste processo.  

Quais são os fatores que afetam a saúde mental

Estresse, genética, nutrição, infecções perinatais, a questão financeira, transformações no corpo e exposição a perigos ambientais também são fatores que contribuem para os transtornos mentais.

Por que cuidar da saúde mental?

O período da gestação e pós parto são momentos críticos para a saúde das mulheres e dos seus bebês, além de ser um período importante para o estabelecimento dos padrões parentais, para a formação de vínculo e para o desenvolvimento infantil.

Como a mulher pode ser ajudada?

- Quanto mais a gestante se sentir amparada e segura, melhor. Nos momentos de dúvida é importante que ela seja acolhida e encorajada diante do novo papel.

- Também é válido que a mulher evite guardar as dúvidas e os receios só para si. Conversar com o parceiro, com as amigas e com outras mães podem ajudar.

- Ir assimilando que maternar é perder o controle.

- A maternidade é um constante aprendizado e nenhuma mulher nasce sabendo todos os detalhes. É no dia a dia que ela e o bebê poderão se conhecer, se descobrir e formar um vínculo entre eles.

- Mantenha o pré-natal em dia:
- Cuide da alimentação;
- Pesquise sobre o parto;


- Faça caminhada;
- Busque uma rede de apoio;
- Cuide-se de si mesma!


E que o bebê venha cheio de saúde e você, que tenha um parto sem sofrimento (para você e seu bebê).


Pesquisa e apresentação: Maria Clara, professora e psicóloga - Saúde Mental da Mulher Gestante
Núcleo de Psicologia da Universidade de Vassouras
Campus Maricá
Imagens; arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES




sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

OS PODERES OCULTOS DA LINGERIE com Samantha Hans e Roberta Avellar

 


Em 1966, a dupla de terapeutas sexuais Masters & Jonson publicaram suas conclusões de uma pesquisa que durou mais de uma década. Até hoje, a “Resposta Sexual Humana” é considerada uma ferramenta valiosa nos estudos sobre a sexualidade. 

Em resumo, trata-se de uma escala: Desejo – Excitação – Orgasmo – Resolução.

Sem querer tirar o mérito de suas brilhantes conclusões, acreditamos que uma etapa foi deixada de fora, a auto-sedução. Especialmente para a mulher, a auto-sedução é essencial para ter uma vida sexual saudável e feliz.

As mulheres precisam entrar “no clima” antes do clima começar, pois na verdade, nenhuma mulher tem um botão de liga-desliga. A auto-sedução é tão importante que tem o poder de alterar a intensidade das fases da escala mudando completamente os resultados da relação.

Tudo começa horas antes. Por exemplo, sabe aquele dia que você sabe que vai rolar? Seja porque você percebeu isso no olhar do seu parceiro, ou porque já passou algum tempo e você sabe que vai ter que comparecer? 

Quem nunca? Não importa o motivo, mas se você sabe que naquela noite as coisas vão esquentar… A auto-sedução começa logo de manhã.

A melhor forma de começar esse dia é escolhendo uma lingerie que te faça sentir sexy e sensual. Uma peça de lingerie tem esse poder. Só o ato de vesti-la, os neurotransmissores soltam uma dose extra de dopamina e outros hormônios deliciosos que alimentam o circuito de recompensa no cérebro e que, principalmente, fazem você se sentir maravilhosa.

O propósito da auto-sedução já está implícita. Então, sim, nos refirimos neste caso em vestir a lingerie para você e não paro outro. Claro que você não vai deixar de passar na frente dele vestindo a peça mais sexy do mundo! Isso também faz parte. Ao atiçar o outro, você está se atiçando, o imaginário voa, os hormônios se agitam novamente e o desejo, a primeira etapa da escala, começa a aflorar.

O dia tem que continuar assim. Ao se despedir dê um beijo nele. Há quanto tempo você não dá um beijo de verdade? Sim, de língua e tudo! Te garanto que você vai sentir um frio na barriga! 

Durante o dia mande mensagens revelando o que está por vir, crie um bate-volta erótico e vá quão longe você quiser. Um clima sexy e sensual é essencial, mas não esqueça do senso de humor. O cérebro agradece!

Porém, talvez o mais importante de tudo é, ao chegar em casa, voltar para onde tudo começou: na lingerie!

Escolha outra peça que te faça sentir ainda mais sexy. Sim, o que você vestiu foi para você, para fazer você se sentir “no clima” antes do clima começar.

Agora, o clima vai começar, a troca da peça traz com ela o fator surpresa, algo impagável numa relação sexual saudável.

E nada de sair tirando tudo como se nada fosse. Divirta-se, use a lingerie ao seu favor, enquanto o clima vai esquentando, a auto-sedução se transforma em sedução, aí entra a segunda fase da escala: a excitação. Só que nesse caso, uma excitação potencializada!

Obviamente que as próximas fases, orgasmo e resolução – o descanso pós relação – vão se intensificar também, gerando resultados bem mais gostosos! 

E tudo começou com uma linda peça de lingerie. Aposto que você nem poderia imaginar a revolução que ela pode causar na sua vida sexual!

Texto original: Tatiana Presser
Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Modelos: SAMANTHA HANS (criado de conteúdo adulto) e ROBERTA AVELLAR (modelo, Musa, massoterapeuta, doceira e corretora de seguros saúde)
Realização: PR PRODUÇÕES